segunda-feira, fevereiro 27, 2006

Podji Ijclalhexer?...

"Os aveirenses podem estar certos que para os lugares da Câmara só vai quem eu quero", afirmou Élio Maia ao Público de ontem. Após um período de ensanduichamento, o Partido de Élio Maia, o PEM, o terceiro pilar inorgânico da coligação que governa a autarquia, surgiu ontem a dar uma espécie de Grito do Ipiranga. Em pleno Carnaval brasileiro, dificilmente se encontraria melhor época para o fazer. Sobram algumas curiosidades que interessaria satisfazer:
1ª Está Élio Maia arrependido de ter nomeado alguns e algumas dos que já nomeou?
2ª Qual o rol de "lugares da Camara" que está a considerar nas suas cifradas declarações?
3ª Desses ainda há lagum vago?
4ª Estaremos perante um acto de contrição ou um exercício de legítima defesa?

Está Corrigido

Afinal a Camara de Aveiro não fez ponte. Diz o João Oliveira e eu acredito. Apenas não há sessão de Camara. Pergunta-se então: e os Vereadores fizeram ponte ou estão afanosamente a trabalhar em prol do desenvolvimento do concelho?

domingo, fevereiro 26, 2006

Camara De Aveiro Faz Ponte


A Câmara de Aveiro cancelou a sessão pública da reunião de Câmara de segunda-feira, 27 de Fevereiro, segundo comunicado da autarquia distribuído na quinta-feira. A reunião seguinte, que se irá realizar em Aradas, será pública. No Dia de Carnaval, terça-feira, os serviços da Câmara Municipal de Aveiro estarão encerrados. Há que poupar, até no trabalho...

sexta-feira, fevereiro 24, 2006

Dos Princípios Às Circunstâncias

A Nova Democracia pediu que a Assembleia Municipal de Aveiro fizesse um debate político sobre a realização de um referendo local sobre o destino do Estádio Mário Duarte. E fê-lo porque essa é a sede própria para o fazer. Por duas razões. A primeira é porque é à Assembleia Municipal que compete convocá-lo se for o caso. A segunda porque é lá que está a representação política do concelho escolhida livre e democraticamente pelos eleitores.

E cumpre esclarecer desde já que a Nova Democracia não tem preconceito político sobre a solução técnica. O nosso ponto de partida é que deve ser a população a decidir o que fazer. Pela importância da decisão. Pelo impacto na identidade do concelho da decisão. Pelas consequências da decisão. Mesmo que a Câmara consiga negociar uma solução que garanta a preservação do Estádio. Mesmo que não o faça.

Também já afirmámos claramente que a realização do referendo pressupõe toda a informação. Sobre o que está decidido e sobre as consequências da decisão popular. Custos, vantagens, inconvenientes. Se o povo de Aveiro recusar a solução que está decidida pela anterior maioria isso significa que se vai ter de pagar? Sim ou não? E se sim quanto? E compensa? É ou não possível decidir por solução diferente? E é viável? Tudo isto deve ser divulgado, discutido e decidido. Pelo povo.

Em democracia não há que ter medo. Sabemos o que Élio Maia pensa sobre o Estádio. Sobre o novo e sobre o velho. Apenas consideramos que todas as hipóteses devem ser estudadas e ponderadas e nenhuma deve ser excluída à partida.

A situação financeira da Câmara é caótica. A dívida está por calcular, aguardando-se pelos resultados da auditoria em curso. Ora, diz o povo que quem não tem dinheiro não tem vícios. Logo, nenhuma hipótese deve ser liminarmente desconsiderada. Inclusivamente a da eventual venda do Estádio novo a possíveis investidores privados interessados.

E é de saudar o esforço que tem sido feito pelo Executivo no sentido de acorrer às necessidades através da negociação e celebração de acordos de pagamento de dívidas do município. Esta é a tarefa urgente. Só que isso não resolve tudo. É preciso estratégia e rumo. O que fazer para que no futuro a Câmara tenha uma situação estruturalmente equilibrada de forma a poder acorrer às necessidades de desenvolvimento e de bem estar da população? Este é o debate importante. Que ninguém fuja ao debate.

(publicado na edição de hoje do Diário de Aveiro)

quinta-feira, fevereiro 23, 2006

A Audiência Da Nova Democracia Com Regina Bastos

in Diário de Aveiro, por João Peixinho

Campanha para o referendo pela manutenção do Mário Duarte

A responsável distrital do Partido da Nova Democracia, Susana Barbosa, defende que a Câmara deve encontrar uma solução para ultrapassar o entrave financeiro para «voltar atrás na decisão», preservando o espaço do antigo Mário Duarte e não o desenvolvimento de um plano de urbanização da zona.

Numa audiência, anteontem, com a presidente da Assembleia Municipal, Regina Bastos, Susana Barbosa propôs à autarca que leve «o assunto à população aveirense». O PND pretende que seja colocado o asunto «a debate na Assembleia Municipal logo que possível» no sentido da realização de um referendo sobre a utilização daquela área.

A preservação da actual imagem do Mário Duarte também já foi desejo expresso pelo presidente da Câmara, Élio Maia, mas com a ratificação do Plano de Pormenor do Parque, em Conselho de Ministros, no final do pasado mês de Janeiro, além de aprovado em Assembleia Municipal o assunto assume outros contornos. Voltar atrás significa a Câmara ter de despender 15 milhões de euros , que é o valor de uma operação de lease-back.

Segundo o presidente da Câmara, «continuam as negociações para resolver a situação» de forma a preservar o antigo Mário Duarte.

Se as negociações tiverem êxito será uma questão de «revisão ao plano poder solucionar o problema», segundo a Câmara. Para o PND, o plano «não é irreversível» embora admita que é de «dfícil solução dado os valores que estarão em causa e com a situação de endividamento da Câmara, será penoso para as contas da Câmara».

Voltar atrás significaria evitar a urbanização, que prevê a construção de oito blocos de habitação, espaços comerciais e desportivos. A urbanização da zona é a última opção encontrada para o local, depois de falhada a venda do velho estádio à Universidade.

segunda-feira, fevereiro 20, 2006

Aveiro A Preto E Branco

Depois do Nuno ter mostrado Aveiro de antigamente, é agora a vez de A Praça do Peixe mostrar Aveiro a preto e branco. A visitar.

O António Foi Reeleito


O António Jorge, membro do Circulo Eleitoral de Aveiro e Conselheiro Nacional da NovaDemocracia, foi, este fim-de-semana, reeleito para os órgãos sociais da FAJDA – Federação das Associações Juvenis do Distrito de Aveiro, sendo agora vice-presidente da Direcção daquela estrutura. Quase em simultâneo, decorreram as eleições para o Conselho Consultivo da Delegação Regional de Aveiro do Instituto Português da Juventude. António Jorge, continua a integrar este órgão, desta feita, reeleito pela lista “Aveiro Continua Jovem”.

Bombeiro De 1ª


Decorreram no passado sábado as eleições para os orgãos directivos da recém criada associação APBV (Associação Portuguesa dos Bombeiros Voluntários). O meu amigo Paulo Jesus, representante da NovaDemocracia em Espinho, sócio-fundador nº 1 e mentor da Associação Portuguesa de Bombeiros Voluntários, foi eleito presidente da Associação por unanimidade dos membros presentes com 150 votos, sem votos contra, brancos ou nulos. A tomada de posse de Paulo Jesus ocorreu a seguir à sua eleição, no salão nobre dos Bombeiros Voluntários de Espinho.

Bi PS

O PS de Aveiro vai ter duas listas candidatas à sucessão de José Costa, à frente da Comissão Política. Depois de Raul Martins, é a vez de Marques Pereira anunciar a sua candidatura. É a herança de Alberto Souto ainda a fazer estragos.

sexta-feira, fevereiro 17, 2006

Anúncio

Em breve a Nova Democracia abrirá uma nova sede no distrito de Aveiro. O sítio ainda é segredo. Também se pode já revelar que a entrada de novos militantes no distrito continua em bom ritmo. Em breve serão apresentados.

Regina Bastos Recebe Nova Democracia

A Nova Democrcacia será recebida segunda-feira por Regina Bastos, Presidente da Assembleia Municipal de Aveiro, a quem proporá que a Assembleia Municipal debata a realização de um referendo local sobre o destino do Estádio Mário Duarte.

Noves Fora Nada


A Justiça portuguesa anda pela ruas da amargura. Vamos por partes. Nas vésperas das eleições presidenciais, o Presidente da República interrompeu o jantar dos cidadãos em directo nos telejornais, para comunicar um facto inédito e gravíssimo: que tinha exigido ao Procurador-Geral da República, cuja substituição nunca aceitou, um inquérito com resultados a curtíssimo prazo, para saber o que tinha acontecido com o envelope 9 do processo da Casa Pia.

Desde já me permito proceder ao incómodo de uma lembrança. Este processo diz respeito a ignominiosos e reiterados crimes de abusos sexuais de crianças e jovens durante anos a fio numa instituição à guarda do Estado. É que, no meio disto tudo, este módico parece ter sido esquecido e perdido em intermináveis sessões de julgamento e em quilómetros de papel escrito pelos jornais sobre as vicissitudes políticas e processuais do caso.

Já lá ia mais de um mês sem resultados até que o país é surpreendido por buscas e apreensões no jornal que havia revelado o escândalo do célebre envelope 9. Esse envelope apenas contém a relação de alguns dos números de telefone escutados no processo da Casa Pia, nos quais se inclui o do próprio Presidente da República! Ninguém sabe como nem porquê.

O Ministério Público o que tem de investigar é a razão dos números terem sido fornecidos, se foram efectivamente escutados, quem os pediu, quem os forneceu, se quem os pediu podia pedir, se quem os forneceu o podia fazer, se algum destes comportamentos é ilícito e quem eventualmente terá violado algum dever devidamente tipificado como crime, deduzir acusação e seguir os demais termos.

Numa postura claramente desafiadora o Ministério Público decide, mais de um mês depois do curtíssimo prazo, invadir um jornal e vasculhar os computadores de jornalistas. Isto é, está a investigar ao lado do que devia. Jorge Sampaio, não se sabe se por enquanto, se definitivamente, mantém-se calado depois da pompa da comunicação oficial.

O Ministério Público decidiu atacar o mensageiro. Isso também revela a implícita capacidade de investigar o facto. O que é preocupante. Existir a suspeita de que vivemos numa sociedade escutada e não controlada nem fiscalizada por ninguém é um vírus que contamina de forma grave e perigosa a vida pública e privada da sociedade portuguesa. E qual é a resposta de quem se devia esperar eficácia e confiança? Investigar jornalistas.

Pelos vistos não são só os desenhos dinamarqueses que colocam o problema das ameaças à liberdade de expressão. E este tipo de ameaças não vem dos fundamentalistas islâmicos, mas bem cá de dentro de um sistema que é suposto ser o de um Estado de Direito. Este sim, uma caricatura nos tempos que correm, em Portugal.

(publicado na edição de hoje no Diário de Aveiro)

quinta-feira, fevereiro 16, 2006

Começaram As Autárquicas de 2009

Raul Martins é candidato à Concelhia de Aveiro do PS.

Aveiro Antiga

O Nuno Quintaneiro Martins enche a blogosfera de Vivências de Aveiro Antiga. Vale a pena reviver o passado no Código...

quarta-feira, fevereiro 15, 2006

Moliates

Sabem o que é? Ou melhor sabem o que será? Mistura de gene de moliceiro com gene de iate. O João ainda não está convencido. A novidade vem toda aqui. Por mim estou disposto a experimentar.

terça-feira, fevereiro 14, 2006

Insegurança

A insegurança em Aveiro tornou-se uma banalidade. As ruas da amargura bem podia ser uma telenovela real nas terras dos ovos moles.

domingo, fevereiro 12, 2006

Foi A Vez De Espinho


José Mota recebeu na passada sexta-feira uma delegação da Nova Democracia. Esta audiência inseriu-se numa ronda de contactos com autarcas eleitos em Outubro passado que o PND está a realizar no distrito de Aveiro.

O PND já manteve reuniões de trabalho com os Presidentes de Câmara de Sever do Vouga e de Aveiro e em breve outros se seguirão. Durante a reunião foram abordados importantes assuntos relativos à política local, designadamente a situação actual do projecto de enterramento da linha ferroviária e os problemas existentes no bairro dos pescadores.

A situação dos pescadores é um assunto que me é muito caro. Durante a campanha eleitoral para as legislativas prometi-lhes que mesmo que não fosse eleito não deixaria de lutar pela satisfação das suas aspirações e é isso que continuo a fazer. Os políticos não assumem só compromissos para o caso de serem eleitos, embora nessa circunstância tenham naturalmente mais responsabilidades porque ficam com o poder nas mãos para resolverem os problemas. Também os devem assumir quando não são, porque os problemas não desaparecem por magia.

Sobre o enterramento da linha, trata-se de uma obra que deve encher os espinhenses de orgulho e que vai permitir a requalificação do centro da cidade. Na Nova Democracia não existimos para dizer mal quando está bem. Já quanto à situação política local, a gestão autárquica de Espinho padece de todos os vícios próprios de quem já está há muito tempo no poder e revela a necessidade de haver uma oposição séria e credível, que no concelho não tem existido.
Com José Mota ficou combinado realizar outro encontro de trabalho em breve.

sábado, fevereiro 11, 2006

Praça Do Peixe

Agradeço ao Enfant Terrible, "um "cagaréu" nascido na Vera Cruz (redundância), bem ao lado do Quartel dos Bombeiros Novos", a mensagem enviada e retribuo com prazer o link do seu excelente Praça Do Peixe.

Ovos Moles Já São De Geografia Protegida


De acordo com o Público de hoje (link indisponível), "O Ministério da Agricultura, Desenvolvimento Rural e Pescas (MADRP) concedeu ontem aos ovos-moles de Aveiro e à batata-doce de Aljezur o estatuto de indicação geográfica protegida, que distingue a qualidade regional dos produtos. Este título foi atribuído pelo Secretário de Estado do Desenvolvimento Rural e das Florestas e insere-se no âmbito da legislação comunitária relativa à protecção das denominações de origem dos produtos agrícolas e dos géneros alimentícios.'A atribuição destas protecções constitui uma mais-valia significativa para os diversos agentes envolvidos, para os territórios abrangidos e para o consumidor, que cada vez mais procura um produto diferenciado, com garantias de segurança e qualidade alimentar', refere o comunicado do MADRP, ontem divulgado. Os ovos-moles de Aveiro são o primeiro produto de confeitaria a receber este título.

sexta-feira, fevereiro 10, 2006

Espinho

Hoje às 15.00 horas, uma delegação da NovaDemocracia composta por Susana Barbosa, Paulo Jesus e Elpídeo Sousa, e na qual me integrarei, reunir-se-á com o Presidente da Câmara Municipal de Espinho, José Mota. Serão discutidos vários assuntos respeitantes ao concelho de Espinho, com principal destaque para o enterramento da linha férrea. Pelas 16:00 horas realizar-se-á, junto à Câmara Municipal de Espinho, uma conferência de imprensa.