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terça-feira, outubro 06, 2009

06 DE OUTUBRO DE 1957


Realizava-se, sob a vigilância da PIDE, polícia política do regime, o I Congresso Republicano de Aveiro, presidido por António Luís Gomes, ministro do Fomento no primeiro Governo da I República.

sexta-feira, junho 19, 2009

19 DE JUNHO DE 1999


O Beira-Mar conquistava a Taça de Portugal em futebol ao derrotar o Campomaiorense por 1-0.

(Foto)

terça-feira, maio 12, 2009

12 DE MAIO DE 1495





Morria a Infanta Joana, filha de D. Afonso V, beatificada em 1693.

(Foto)

sábado, abril 11, 2009

ACTO POLÍTICO

Aveiro não justificava ser cidade e foi-o por razões políticas, defende o historiador Amaro Neves no dia em que se comemoram 250 anos sobre a assinatura, por D. José I, da elevação a cidade. Em declarações à Lusa, Amaro Neves descreve Aveiro de há 250 anos como uma pequena vila muralhada, de feição medieval, ainda que de carácter burguês, devido às actividades salineiras, piscatórias e mercantis, mas que se encontrava decadente devido ao assoreamento da Ria. A elevação a cidade, sustenta, “foi justificada por um pseudo-atentado contra o rei, já que não há provas seguras de que o atentado tenha existido, de que seria tido como principal responsável o duque de Aveiro. Cortada a cabeça do duque, havia que granjear a simpatia das pessoas tuteladas pelo duque de Aveiro. Entendeu o rei que essa seria uma forma de compensação, mas diria mais. Foi também uma atitude delimitadora da Diocese de Coimbra, porque para Aveiro ser cidade passaria também a ser sede de diocese, como veio a sê-lo. A maior parte do território da nova diocese foi retirado à de Coimbra e era a parte mais rica”, conclui. Aveiro ascende à categoria de cidade num período de acentuado decréscimo demográfico, em que a barra natural de ligação do rio Vouga ao oceano se assoreava e deambulava para sul, dificultando a passagem das embarcações mercantis. A Ria, sem saída franca das águas para o mar, tornava-se num enorme charco, propício às epidemias e definhando as actividades económicas. “As pessoas fugiram em grande número, nomeadamente para o Brasil. Por algum sal, por alguma pesca, a zona da beira-mar, fora de muralhas, ainda conseguia ter alguma prosperidade, mas todo o casario do coração da vila, que é hoje o centro da cidade, ficou ao abandono durante quase 100 anos”, descreve o historiador. Amaro Neves explica assim o facto de poucas edificações de há 250 anos ainda hoje subsistirem, mais do que com a pobreza dos materiais, numa zona onde a pedra vinha de fora. “Quando se dá o retorno da população com a abertura da barra, a maior parte dos edifícios eram escombros e as muralhas estavam decadentes. Havia construções nobres de boa qualidade arquitectónica, como o Palácio dos Tavares, que depois foi o Paço Episcopal, ou o Palácio de D. Brites Lara, mas não eram muitas, até porque havia desde tempos remotos a proibição de que os nobres fizessem a sua casa-sede em Aveiro”, explica. Contrariando a tendência de empobrecimento da vila, assiste-se ao enriquecimento de várias casas religiosas, visível nas talhas barrocas das suas igrejas, fosse por legados e heranças, a que não será alheio o declínio demográfico, fosse pela gestão empreendida. Amaro Neves salienta que as casas conventuais “tinham todo o interesse em serem boas administradoras do património herdado” e “quase todas possuíam marinhas e ligações à actividade da pesca, pelo que se pode dizer que tinham uma empresa bem montada”. Relembrar Aveiro desse tempo e assinalar a elevação a cidade é o que pretende a Câmara Municipal, através de um conjunto de iniciativas que tem hoje um dos seus principais momentos numa sessão solene.

Fonte: Lusa.

quinta-feira, abril 02, 2009

VIDA REPUBLICANA


O Governo Civil de Aveiro está a preparar as comemorações do 40º aniversário do II Congresso Republicano, que decorrem a 16 de Maio, com a presença de Artur Santos Silva. De acordo com uma informação do Governo Civil, Artur Santos Silva, que preside à Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da Implantação da Republica, confirmou já a sua presença na cerimónia destinada a assinalar a passagem dos 40 anos sobre a realização, em Aveiro, do II Congresso Republicano. O II Congresso Republicano decorreu em Aveiro, de 15 a 17 de Maio de 1969, reunindo centenas de opositores ao regime do Estado Novo de várias tendências, vindos de todo o país.


Fonte: Lusa.

terça-feira, março 17, 2009

17 DE MARÇO DE 1756


Era canonizada a princesa portuguesa Santa Joana, filha de Afonso V.